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3 de jul. de 2013

Mangá - Psychic Detective Yakumo

O mangá já se encontra em seu segundo volume e até agora estou enrolando com esta postagem em meus rascunhos no Blogger :/

PSYCHIC DETECTIVE YAKUMO é o novo lançamento da Editora Panini, e tráz uma história sobrenatural de Espíritos e outros bichos.

 Yakumo possui um olho "especial", vermelho, e com ele enxerga os Espíritos que ainda estão presos à Terra. O seu dom, que nesse tipo de história tem-se a mania de chamar de maldição, é usado para ajudar os Espíritos a se libertarem daquilo que os aprisiona ainda ao mundo dos vivos, solucionando crimes.

O mangá possui 8 volumes encadernados em seu original japonês ( o que deve dar uns 16 na versão brasileira ), um anime com 13 episódios ( e que podem ser assistidos aqui, online ), um dorama ("novelas" japonesas) e uma peça de teatro. 

Esta é mais uma  das minhas aquisições mangáticas e literárias que estão sendo - já - socadas nas minhas prateleiras, apenas aguardando a minha leitura. E é desta forma que quero juntar dinheiro para comprar minha kitnet e reduzir o número de coisas para carregar...

 Pela resenha que li sobre a animação de Yakumo, não me parece uma história tão interessante assim, infelizmente. Porém, a temática me é muito atraente, afinal é pública e notória a minha queda por Espíritos e Demônios. A arte me agrada e acredito que o mangá não será decepcionante - e  nem pode ser! Afinal meu dinheiro não é capim e nem acho ele por aí!

Sinopse

A história nos conta sobre um estudante universitário, Saitou Yakumo, que nasceu com diferentes cores de olhos. Seu olho esquerdo vermelho deu-lhe uma habilidade especial de ver fantasmas e espíritos. 

Ele acredita que fantasmas e espíritos estão ligados à terra por causa de uma causa certa e simplesmente eliminar essa motivação faria com que aqueles espíritos descansem em paz. 

Certo dia, Ozawa Haruka, aluna da mesma universidade de Yakumo, pede ajuda para resolver um estranho caso sobrenatural, e, juntos, eles começaram uma série de investigações.


2 de jul. de 2013

Mangá - Blood C


MAIS UM novo mangá sendo publicado no Brasil e vendido nas bancas de jornal de todo país. MAIS UM para somar às minhas despesas com esse antigo vício que eu havia me expurgado e que voltou com força total (pelo visto ¬¬'), depois de quase 10 anos de abstinência!

Oras, mas será que posso ser perdoada por isso? Não tenho vida social, não fumo, não cheiro, não bebo, não injeto e não tenho carro, logo preciso de algo que me faça menos santa, não é?

BLOOD - C é uma co-produção dos estúdios Production I.G. e CLAMP. Está sendo publicado no Brasil pela Editora Panini com periodicidade bimestral. No Japão, a série já conta com 4 volumes encadernados, o que dará por volta de 8 volumes na versão brasileira.

Esse mangá é a nova franquia de Blood - The Last Vampire, um game para PlayStation que foi lançado no final de década de 1990, que virou animação de longa metragem (e uma puta animação!), mangá (que foi lançado no Brasil em 2007 em volume único), filme (que aqui recebeu o título "Caçadores de Vampiros" ); tornou-se, depois, a série de mangá e anime Blood +, sendo que o mangá foi dividido em Blood +, Adagio e Youkai Joushi; e agora Blood - C : Izayoi Kitan.

O mangá você pode adquirir nas bancas de jornal ou em lojas especializadas, inclusive pela internet (descobri que a Saraiva também comercializa mangás e é até possível conseguir revistas já fora de circulação e números antigos das que ainda estão em andamento). Quanto aos animes, você poderá fazer uma busca pela internet, YouTube ou em sites especializados em exibições online. Aqui encontrei dois: AniTube, com 12 episódios legendados de Blood - C, e AnimeQ, com Gekijouban Blood C - The Last Dark, dividido em 4 partes.

Desnecessário dizer que amo a temática de Blood (agora uma franquia): demônios, caçadores, espadas, meninas lindas mas heroínas sem nenhuma frescura, que são fatais, mas não "fêmeas". Tanto gosto que muitos textos meus são inspirados nessas histórias japonesas, principalmente Amaldiçoados, que é completamente inspirado em Blood :)

Um dia leio o mangá. E um dia resenho.

28 de jun. de 2013

Mangá - The Innocent


The Innocent é um Mangá de volume único - isto é, só um número mesmo, completo - lançado pela já tradicional Editora JBC há um ou dois meses. Porém, apesar do estilo mangá, esse quadrinho não é exatamente japonês - nem oriental :)

Criado pelo fundador da Marvel Studios, Ari Arad, o roteiro é de Junichi Fujisaku e os desenhos de Ya Sung Ko. Um americano, um japonês e um coreano = Mangá Multinacional :P

Este também está lá na prateleira do meu quarto, esperando por minha leitura. Temo que precisarei de mais que um mês para pôr em dia todas as coisas boas e agradáveis (e que não rendem nenhum trocado, mas podem me deixar mais pobre!) que tenho para ler, escrever e desenhar!

Como todos os outros que venho divulgando aqui (livros e mangás), peço que aguardem resenha. Sei que há algumas resenhas que estou devendo há meses, se bobear há um ano! Mas, como você já deve saber, eu (re)tardo mas não falho!

Sinopse - The Innocent - Cinzas

Ash J. Right é condenado à pena de morte injustamente e é executado em cadeira elétrica. No Céu, é recepcionado por Angel, anjo à serviço da “Commitê Angelical”, que diz ser possível a volta à vida se Ash cumprir com a missão de “servir” os humanos. A missão seria “servir” outras pessoas inocentes que estão no corredor da morte injustamente, como o próprio Ash, e as salvá-las da execução! Ainda balançado pelos sentimentos de quando estava vivo, começa a missão de Ash em busca da ressurreição…!

27 de jun. de 2013

Mangá - Shunkaden, do Clamp


Não sou exatamente fã do Grupo CLAMP, embora tenha duas coleções completas de mangás e uma terceira encaminhando (Knight Magic Rayearth, Chobits e RG Veda, respectivamente). Há algo nas histórias e desenhos dessas Mangaka que me encantam e me irritam ao mesmo tempo, uma dubiedade de amor e ódio. Obviamente que me encantam mais do que irritam, senão não gastaria meus créditos com elas. Na verdade, o que me irrita é a parte frívola, kawai, das histórias. Prefiro histórias densas e sérias. Mas os enredos são sempre muito bons, daí vem o meu antagonismo amoroso, rs.

Nos últimos tempos (contando a partir de quando retornei às aquisições de mangás, depois de quase 10 anos longe disso), estão publicando no Brasil histórias curtas de quadrinhos orientais, sendo algumas até fechadas em edição única. Apesar de não ter uma história tão bem desenvolvida quanto em uma série, existe o lado bom que supera o lado negativo: o financeiro. Também evita-se as enrolações e encheções de linguiça, como acaba muito ocorrendo em histórias mais longas, principalmente àquelas que tem dezenas de capítulos.

Shunkaden, do Clamp, é uma dessas edições. Já foi publicada e saiu de circulação há alguns meses, assim como outro mangá edição única do CLAMP, A Pessoa Amada, também publicada pela Editora New Pop. No caso, perdi de bestagem o segundo e me arrependi. Para não sorver novamente esse pavoroso sentimento, adquiri o primeiro, assim como fiz, agora a pouco, com GATE 7.

Apesar de já ter adquirido há alguns meses, ainda não obtive o devido tempo para ler e apreciar o Mangá. Portanto, assim como está sendo com todas as últimas postagens sobre os quadrinhos orientais, esta aqui é apenas para informar, mas não sei se será uma informação útil, pois não sei se ainda se encontra à venda em algum lugar. No site da New Pop, não há loja virtual, então eles aconselham que se procure por lojas de quadrinhos. Na internet, certamente, se encontrará, novo e de segunda-mão.


Há muito tempo… havia uma garota muito bonita chamada Chun Hyang. Ela se apaixonou pela primeira vez por um yangban (nobre) chamado Mong Ryong, superando a diferença social e tendo seu amor correspondido. Mesmo ficando separados, mesmo que outros se declarassem a ela e ela fosse presa por rejeitá-los, Chun Hyang continuava a amar somente Mong Ryong…
Essa é uma antiga história de amor contada na Coréia. Chun Hyang é considerada uma mulher fiel e ainda hoje, é admirada pelas pessoas. Porém… Esta Chun Hyang é “um pouco” diferente.
Shunkaden

26 de jun. de 2013

Mangá - Gate 7


Sempre há uma nova surpresa nas bancas de revistas, desde que descobriram que os aficionados por quadrinhos (tipo) japoneses, os Mangás, são leais à sua preferência de 9ª Arte.

A surpresa de hoje foi com o novo Mangá do CLAMP. Novo para nós, que fique bem claro. Acaba de ser lançado por aqui, pela Editora New Pop, que parece ter se especializado nas obras do Grupo. O lançamento trata-se da obra (prima, como a Editora se refere) GATE 7. Aqui na postagem está a ilustração da capa do primeiro número. Com uma capa dessa e com a assinatura do artista, quero dizer, das artistas, que são várias meninas compondo o grupo CLAMP, nem pensei em não levar ou deixar para depois... nem lembrei de olhar o preço... afinal, estava com o cartão de crédito e a fatura do mês já está fechada XD

Eis a apresentação e sinopse extraída do site da New Pop:

Chega ao Brasil a mais recente obra do grupo CLAMP, Gate 7!

Com belíssimas imagens, o CLAMP nos transporta para um mundo novo e diferente recheado de seres sobrenaturais, sacerdotes e criaturas místicas japonesas. Uma chance única de conhecer Quioto e toda sua história, sob os olhos criativos do CLAMP.

No Brasil a obra será produzida pela NewPOP Editora, com tradução direta do japonês, formato original e páginas offset, toda a qualidade que você conhece e confia.

A TRAMA
Tudo começa com uma viagem a Quioto, Chikahito sempre sonhou em visitá-la, a cidade o chama como o canto de sereias. Quando finalmente realiza seu sonho, Chikahito explora cada centímetro do lugar, inclusive aqueles centímetros que talvez ele devesse ter ignorado…
No meio de um passeio tudo escurece e ele se vê transportado para toda uma nova dimensão, lá 3 pessoas o observam. E é assim que nosso protagonista conhece Hana, uma jovem garota, e seus dois guardiões.
Para confundi-lo ainda mais, Hana e seus companheiros combatem um ser mágico que nunca viu em sua vida! O que são aquelas criaturas?
Chikahito conhecerá uma Quioto muito diferente daquele que leu a respeito. Seu destino é selado e todas as engrenagens da sua vida começam a se mover em direção a Hana.

O MANGÁ
No Japão a obra é serializada na Jump Square desde 2000, a revista é casa de diversos mangás de fama internacional. Atualmente possui 4 volumes, mas ainda é publicado periodicamente a cada semestre no Japão. A série ainda não tem data de término.
Além da arte e roteiro impressionantes, cada volume nos surpreende com belíssimas capas detalhadamente produzidas, que serão trazidas ao Brasil integralmente sem cortes ou capas espelhadas.

OS PERSONAGENS
Hana: Uma jovem menina de beleza e habilidades incomparáveis, é a guerreira do grupo e está sempre acompanhada de Sakura e Tachibana. Tem uma fixação inexplicável por Chikahito e acaba sendo a causa dele ficar em Quioto.

Chikahito Takamoto: Um colegial normal, ou ele pensa que é. Sente uma atração pela cidade de Quioto e um de seus grandes sonhos era ir visitá-la e morar lá. Acaba encontrando Hana e os outros em sua viagem, o que o leva a descobrir que aparentemente é imune aos poderes mágicos de Tachibana e Sakura, mas Hana o enfeitiça e ele acaba por se mudar para Quioto.

Tachibana: Rapaz sério e constantemente mal encarado, de cabelos negros e pele branca, é um dos guardiões de Hana.

Sakura: O segundo guardião de Hana, é alto, forte e tem cabelos claros. Parece o mais descontraído da turma, mas tem seu lado sério.

 No enredo, todos os elemento que AMO! E só tô vendo isso agora, hihi! Melhor! Porque ainda lamento ter perdido A Pessoa Amada - e perdi de bobeira, pois optei por não adquirir o mangá.

Por enquanto, a postagem foi mesmo apenas para informar sobre o lançamento. Tenho outras postagens aqui engatilhadas sobre outros mangás lançados há pouco tempo, mas estão todas nos rascunhos, porque inicio uma postagem e deixo para terminar depois. Então, agora tá explicado o termo "novas surpresas" que usei lá em cima.

E o melhor: são apenas 4 volumes. Nada de séries enooormeeees, que parece que nunca acabarão e ainda correndo o risco de serem canceladas por aqui!

Não li e nem vi direito a arte, mas recomendo Gate 7. Tenho certeza de que é ÓTIMO ;]

14 de jun. de 2013

Mangá - Resident Evil

Tenho ótimas lembranças do game Resident Evil, que a época em que conheci, chamava-se Bio Hazard, que é o original.

A plataforma de jogos era o PlayStation (o primeirão!), e os jogos eram todos importados. Bio Hazard 1 e 2 que eu possuía eram os japoneses e todas as instruções estava nessa língua.

Não gostava muito do Resident 1. Aqueles dobermans zumbis me davam nos nervos! Então, minha adoração ficou toda com Resident 2 e seus dois personagens fodásticos - Leon S. Kennedy e Claire Redfield! E era possível escolher qual personagem jogar, e a história sofria uma leve alteração no seu desenrolar.

Como o jogo era quase um RPG (só era possível avançar se seguisse as instruções), foi necessário adquirir uma revista que foi lançada apenas para mostrar o passo-a-passo de como passar por cada situação e fase! A primeira vez que virei esse jogo, levei 6 horas e meia! Felizmente, naquela época já existia o memory card, porque, senão, era foda!

Para virar o jogo, até plateia eu tive! O pessoal lá de casa ficava sentado às minhas costas, na maior das espectativas, como se estivesse mesmo assistindo a um filme do melhor suspense! A galera ficava na torcida, quietos na maior atenção! Virar esse jogo foi uma grande emoção! E emoção maior foi descobrir que aquilo que parecia um final, não era ainda o final de fato! Dei muitos gritinhos pelos sustos com as cenas (sim, eu já fui fresca XD).

Embora eu não fale sobre isso (nem pessoalmente), os games tiveram um parcela importante da minha vida e juventude. Comecei com o SuperGame da CCE (que era o genérico do Atary, para os pobres) até, apenas, ao PlayStation 2. Hoje não jogo mais, a não ser que eu estiver muito entediada que nem livro me anima, aí me contento com jogos de bolinhas coloridas no tablet mesmo.

Certamente, foram bons tempos. Não retorna mais, afinal a situação é outra e algumas pessoas não estão mais aqui.

E eis que, muuuitos anos depois, a Capcom nos presenteia com um MANGÁ de Resident Evil!

A história é outra, não é como do game. Já está no terceiro número e eu perdi o primeiro, mas tenho o 2 e 3, mas ainda não tive tempo de ler - tempos de escola! Então, esta postagem não é uma resenha, mas simplesmente um comentário, rs.
Sinopse:
RESIDENT EVIL – Biohazard: marhawa desire #1, de CAPCOM e Naoki Serizawa

(Série anual ainda em andamento. Última edição no Japão é a #1, formato 13x18 cm, 176 páginas, R$ 10,90).

No renomado Colégio Marhawa surge, misteriosamente, uma aluna transformada em zumbi. O bacteriologista Doug Wright e Ricky, seu sobrinho e assistente, são envolvidos nesta tragédia que, pouco a pouco, aumenta de proporção. Enquanto isso, Chris Redfield e sua equipe do B.S.A.A. seguem a trilha deixada pelo professor Doug. Essas duas tramas se entrelaçarão em um pesadelo inevitável...

20 de mai. de 2013

Resultado da Promoção Raridades em Mangás

Prontinho, gente! A coisa está feita! Dois foram sorteados. Acabou-se essa nossa promoção :)

A Promoção Raridades em Mangás I se iniciou no dia 7 de maio, em parceria com o Blog Naty in Wonderland, e se encerrou ontem, dia 19. Foi bem curtinho esse período porque queremos fazer logo outras promos.

Apesar dos prêmios serem duas raridades, houve poucos inscritos para o sorteio. Foram 9 inscrições para concorrerem ao mangazão Nakayoshi e 4 inscrições para concorrerem ao mangazão Shonen Jump. Mas existem dois lados muito bons para isso: maior chances de sorteio para todos, já que a concorrência foi pouca, e mais facilidade para eu averiguar os sorteados, ahsuahsuah!

VAMOS À SORTUDA E AO SORTUDO =D

A sortuda que receberá em sua casa, via Correios, a Nakayoshi, com um capítulo de Sakura Card Captors (dentre outros capítulos de várias outras histórias), será....

LUIZA FERREIRA GOMES \o/
A Luiza DireitoGV, que foi a inscrita n° 6 do formulário de participação e a sorteada pelo Random.org.

Confira nas imagens do formulário e do sorteio ;)



O sortudo que receberá em sua casa, via Correios, a Shonen Jump, com um capítulo de Rurouni Kenshin (dentre outros capítulos de várias outras histórias), será....

FELIPE FERRARO \o/
O Felipe Daidouji, que foi o inscrito n° 5 do formulário de participação e o sorteado pelo Random.org.

Confira nas imagens o formulário e o sorteio ;)


Parabéns à Luiza e ao Felipe. Entrem em contato para me enviarem seus endereços completos. Vou contar as minhas moedinhas e já enviarei os mangás a vocês. Assim que eu fizer as postagens, divulgarei aqui no blog, com o código de rastreamento pelos Correios, para que todos acompanhem o envio dos prêmios.

E vocês que não ganharam (desta vez!), não desanimem! Teremos outras promoções, inclusive com outros mangás. Então, continuem sempre a acompanhar o PatriciaDo e participando :) Atentem apenas para o fato de seguirem certinho as regras do sorteio, para não acontecer de você ser sorteado, mas ser eliminado porque não concluiu as etapas, ok?

Nossa próxima promoção será para os dias dos namorados, valendo vários livrinhos para vários sortudos \o/ Fique de olho, pois a promo será lançada ainda esta semana ;)

Obrigado a todos pela participação!

28 de mar. de 2013

Anime, Mangá e Fanart

Para encerrar a semana (que, para mim, termina hoje às 12h - e sem trampo fico sem net), vou deixar aqui a dica de dois sites muito legais de Anime e Fanart em estilo Mangá.

De Animes: ONLY ANIMES, uma comunidade que existe há 10 anos e com milhares de Animes para se assistir online, buscar informações e até ler fanfics criadas pelos membros. O cadastro é gratuito.

De Fanarts: ZEROCHAN, que trás milhares de fanarts, a maioria em estilo Mangá, de milhares de assuntos, desde Literatura até séries de TV.

O desenho que ilustra esta postagem foi retirado do Zerochan e trata-se de uma fanart do livro Harry Potter, com os personagens Lily Evans e Severus Snape :)

Divirta-se!

5 de dez. de 2012

Mangá [lançamento] - Rurouni Kenshin

Uma das ótimas coisas desse ano de 2012 (além do Fim do Mundo no próximo dia 21 - aguarde!), é o relançamento do melhor mangá que já foi publicado no Brasil - e um dos melhores já criados!

Trata-se de RUROUNI KENSHIN, lançado em 2001 no Brasil com o péssimo título "Samurai X" (pois ele havia sido franqueado dos EUA, que dera esse nome horrível - e equivocado - por conta da cicatriz no rosto de Kenshin, que não é um xis, mas uma cruz. E o personagem não é e nunca foi um samurai).

"Rurouni Kenshin, Crônicas de um Espadachim na Era Meiji", foi o primeiro trabalho do, então, jovem mangaká Nobuhiro Watsuki. Publicado na mais importante revista de mangá do Japão, a Shonen Jump, entre 1994 e 1999, rendendo 28 volumes encadernados de histórias em quadrinhos. Quer saber quanto dá isso em número de páginas? Basta fazer a continha: média de 20 páginas semanais, equivalentes a 1 episódio, que é o volume publicado na Shonen Jump, e cada encadernação, ou tankobon, tem 4 episódios . 

No Brasil, cada volume encadernado continha metade da versão japonesa, portanto aqui foram 56 volumes em publicações semanais! Algo impensável para os dias de hoje, visto que o valor de um mangá não sai por menos de dez reais!

O mangá e a história que agora é relançada aqui são os mesmos, mas não é exatamente igual à sua primeira versão brasileira. Não, e ainda bem! Pois foi isso que me fez decidir a recomeçar essa coleção, apesar de eu ter todos os 56 volumes da primeira publicação.

A editora é a mesma daquela vez, a JBC. Desta vez eles trataram essa obra épica (sim, épica!) com mais respeito, a começar pela parte física, como formato e papel. O formato é o igual ao tankobon japonês, algo próximo ao nosso A5. O papel é off-set (se não me engano, de gramatura 90). A capa é cartonada, o que confere melhor proteção ao miolo. Esta sim é uma versão para se colecionar e guardar, pois em condições climáticas normais, os livros durarão, no mínimo, 100 anos.

As outras melhorias ficaram por conta das nomenclaturas, a começar pelo título, que é o original, e o subtítulo, que é a tradução para o Português de Meiji Kenkaku Rōmantan. Os termos e diálogos sofreram novas adaptações - dizem que para melhor. Ainda não li o mangá, então não posso dar meu parecer sobre essa parte. Espero, ao menos, que eles tenham mantido a polidez nos diálogos de Kenshin. Apesar de ser um ex-assassino, o protagonista possuía muita instrução e cultura.

O relançamento se deu no início de novembro. Mas, apenas esta semana encontrei à venda nas bancas perto do meu trabalho, adquirindo o meu exemplar ontem.

O preço é o ruim dessa história... R$ 13,90. Mas, vale cada real. Não é apenas uma história em quadrinho para mero entretenimento, não mesmo! Rurouni Kenshin vai muito além disso. O mangá tem base histórica, mesclada à ficção. A história do misterioso Andarilho e seus personagens é ficcional, mas relata muitos acontecimentos sobre essa conturbada Era Meiji, que foi uma época de grandes - e sangrentas - transformações no Japão. Há, inclusive, personagens históricos que existiram na vida real, com influência na História japonesa.

Portanto, "Rurouni Kenshin, Crônicas de um Espadachim na Era Meiji" não é apenas entretenimento e diversão. O mangá tem humor, tem leveza, mas também tem partes muito tensas, muito sérias, muito autênticas. E tem História. E tem Cultura. E tem Filosofia. Kenshin Himura não é um personagem qualquer; ele tem uma sabedoria nata e uma triste mas riquíssima história de vida. E é isso que acredito ser o mais importante na Arte, seja o mangá, seja a literatura, seja o cinema, seja em qual mídia for... a Arte, para ter seu devido valor, não basta ser bonita e atraente, ela tem que instruir, precisa de conteúdo e profundidade. E o mangá do Andarilho ex-retalhador monarquista tem tudo isso!

Crônicas da Era Meiji
Criado por Nobuhiro Watsuki, o mangá original foi publicado de 1994 a 1999 na Shonen Jump, revista japonesa semanal da editora Shueisha.

Rurouni Kenshin é ambientado na era Meiji da história japonesa, que corresponde aos anos de 1868 a 1912. O período marca o início da modernização do Japão, após séculos de isolamento e disputas de poder entre senhores feudais.

Mais precisamente, o enredo começa no ano 11 da era Meiji (1878), em Shitamachi, distrito de Tokyo. O protagonista é Kenshin Himura, um samurai que lutou pela restauração da monarquia, o que representou a unificação política do Japão. Pela sua habilidade como espadachim, ficou conhecido como “Battousai, o retalhador”.

Por ser responsável por tantas mortes no passado, Kenshin torna-se um andarilho e faz a promessa de nunca mais matar. Sua arma característica é a sakabatou, espada fictícia cujo fio está na parte côncava, o que praticamente elimina o caráter letal de seus golpes.

O mangá conta com notas de tradução que fornecem informações sobre fatos históricos, leitura de nomes e caracteres mantidos em japonês, referências e curiosidades culturais. Por exemplo, uma nota explica sobre o “hanko”, que é o carimbo do ideograma do nome de família e que vale legalmente como assinatura até hoje.

Bem-sucedida, a franquia foi adaptada para uma série animada, videogames e, recentemente, longa-metragem com atores reais (live action). Fonte: Made in Japan
Prometo aqui que... se eu conseguir completar toda essa nova coleção, sortearei a coleção antiga, rs.


6 de nov. de 2012

Mangá [lançamento] - Nura e RG Veda

Rikuo Nura de "Nura - A Ascenção do Clã das Sombras" & Yasha Samraat de "RG Veda"
Eu havia me proposto a blogar (também) sobre mangás aqui no Patriciado; apesar de ter proposto e divulgado isso no marcador-propaganda do blog, até hoje não havia escrito uma simples postagem sequer sobre o assunto... mas que falta terrível, quase passível de penalidade! Eu disse "quase"! Bem, antes tarde do que nunca...

Não gosto de andar pra trás, cultivar antigos hábitos, permanecer com os mesmos gostos. Acho que se temos os pés virados pra frente e não somos Sucupiras, devemos é caminhar pra frente, oras! Mas, pelo que noto, essa coisa chamada paixão ardente parece fazer a gente retornar aos velhos hábitos e velhos gostos. Temo que minha paixão (que já foi desenfreada, admito!) pelo Mangá e Anime esteja de volta! Ai, meu dindim!

Depois de ler a postagem no blog Naty in Wonderland, sobre o novo lançamento da editora JBC (tradicional em mangás), "Nura - A Ascenção do Clã das Sombras" (Nurarihyon no Mago, em japonês), fiquei muuuito tentada a passar na minha banca preferida (mentira! É que ela fica no meu caminho para o trabalho >.<) e adquirir o número 1 que acaba de ser lançado, agorinha mesmo nesse mês maravilhoso de 1 feriadão e 2 feriadinhos \o/ Antes de Nura, o outro mangá que venho colecionando é o "Mito de Arata", que já se encontra no n° 7 e que estou até hoje para blogar a respeito. E antes desses dois, tive um cruel celibato de mais de 5 anos sem a melhor 9° Arte do mundo O.O

Mas que... quando fui procurar na banca por Nura e também por Kenshin (que é um relançamento e, apesar de já ter a coleção completa de quando foi lançado como "Samurai X", eu pretendo re-colecionar porque me disseram que desta vez está com papel melhor... só por isso ¬¬') e não encontrei Kenshin ç_Ç acabei encontrando outro que não me contaram... trata-se do clássico do CLAMP, "RG Veda" \o/

RG Veda, um mangá classicão de história épica, é baseado num dos mais antigos escritos da Humanidade, os "Rigveda", e trás um desfile de elementos da Mitologia Hindu, que é repleta de beleza e simbolismos, cuja "filosofia" é algo de difícil compreenção para nós ocidentais, pois é uma Cultura muito diferente da nossa.

Só que não falarei sobre as duas séries agora, nesta postagem. Desta vez foi apenas para anotar dois lançamento muito bacanas e que podem ser conseguidos em bancas de revistas de todo país. O preço é acessível, R$ 11,90, se você optar por apenas um deles, óbvio - e que não será o meu caso, pelo visto (minha porquinha vai começar a ficar de barriguinha vazia -_-).


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