15 de dez. de 2013

Conto de Natal - Três Cantos - Parte 03



Parte 3 – Sagrada Família

Desde que viu a “aparição” de Miriam saindo do mar como fosse uma perfeita  Iara, que Joshua parou de se mostrar aborrecido e começou a enxergar a beleza do lugar onde ele, privilegiado, passou a morar há cerca de um ano.



Embora não tenha voltado a encontrar com a garota no Praião, não se desanimou em pensar nela. E esperançou encontrá-la pelos lugares em que andava na pequena Barra de São João: pela Prainha, Beira-Rio, Praça As Primaveras e até sobre a ponte que ligava Aquarius à Barra, de onde se podia avistar a Ponte Caída e a Capela São João Batista, com o pequeno cemitério onde jaz o poeta Casimiro de Abreu.



Era início de dezembro. Os pais de Joshua não eram católicos praticantes, mas às vezes iam à missa. E  foi em uma desses domingos que eles obrigaram o filho a ir com eles. O garoto foi emburrado, sob protestos, mas foi. E permaneceu emburrado pelo tempo que durou a missa até aos recados finais, quando ele mal acreditou em seus olhos.



O padre convocava a todos para auxiliar na montagem da Árvore de Natal e do Presépio, que ficariam expostos na praça de frente à Igreja Sagrada Família, As Primaveras.  Os responsáveis pelos preparativos estavam ao lado do padre e um deles era Miriam com seu sorriso luminoso.



Joshua, de repente, achou que passar toda a tarde de domingo montando presépio debaixo de um sol escaldante era o melhor programa do mundo! 

Continua...

14 de dez. de 2013

Conto de Natal - Três Cantos - Parte 02

Parte 2 – Miriam

Miriam nascera no distrito cabofriense Tamoios, há  15 anos. Naquela época, havia mais vilas de pescadores do que casas de veraneio na região. E seu pai, Joaquim, era um desses pescadores que moravam nas pequenas casas de alvenaria à beira-mar. Essas casas geralmente possuíam um só cômodo que servia de quarto, sala e cozinha, que na verdade se restringia a um fogão improvisado feito de tijolos e grelha de ferro enferrujada. O teto da casa era tão rebaixado que se podia trocar a lâmpada apenas esticando as mãos para cima. E o casebre de Joaquim e Ana Nazaré, mãe de Miriam, era um dos privilegiados que possuía eletricidade, ou o mais próximo que se pode chamar de um fio puxado clandestinamente dos postes de iluminação pública à margem da Rodovia Amaral Peixoto. Banheiro? Não, não tinha. Esse cômodo tão essencial era um luxo ainda maior nas casas do que o “gato” de eletricidade.

Miriam sempre foi uma menina curiosa e observadora. Era dessas pessoas que aprendiam vendo os outros fazerem. Teria brilhado desde cedo na escola se não tivesse descoberto esse luxo extremo tão tarde, aos 12 anos, quando começou a ser alfabetizada numa precária escola municipal.

Com a especulação imobiliária na região, as comunidades de pescadores e áreas de restinga e manguezal tiveram que ceder lugar – obrigados e a contragosto, obviamente – a enormes condôminos de loteamentos, como o Verão Vermelho, Orla 500, Santa Margarida.

Os colonos se viram obrigados a marchar para cada vez mais distante de Cabo Frio, onde se instalaram em barracos e casas ainda mais precárias que as antigas moradias, às margens da foz do Rio São João, na fronteira de Tamoios com Barra de São João, no bairro Aquarius.

O princípio foi penoso, como sempre é o princípio de tudo. Todavia, com perseverança e muito trabalho que essa gente tem, faz e acontece como ninguém, foram evoluindo e melhorando aos pouquinhos, embora continuassem em precárias condições sub-humanas. Mas a proximidade  com Rio das Ostras, recém-emancipada de Casimiro de Abreu, e Macaé, que recebia uma base de exploração petrolífera da Petrobras, foi o fator que contribuiu com a pequena nova comunidade de pescadores de Tamoios.

A família de Miriam era composta somente dela como única filha, o pai Joaquim, a mãe Ana Nazaré e um pescador idoso e aposentado, Seu Pedro, velho amigo do pai de Joaquim, que se tornou o “avô” da casa, pois era um solitário sem família que o acolhesse. O grupo possuía uma pequena economia que foi acrescentada à irrisória indenização pela desapropriação da vila de pescadores. Com essa miserável fortuna, a família conseguiu, ao menos, erguer uma casa um pouco maior, com uma pequena divisão que servia de cozinha, e um puxadinho do lado de fora que servia  de banheiro. Com o dinheiro que sobrou da construção, erguida pelos próprios donos, deu para comprar um fogão e até um botijão de gás.

Os anos foram passando. As cidades vizinhas foram crescendo. A economia do país melhorava, melhorando as condições de vida como a do pessoal de Miriam, que melhorou igualmente. Conseguiram até ampliar a moradia para um quarto a mais e um banheiro decente, com direito a louças brancas e chuveiro elétrico. A cozinha, o primeiro luxo na vida dessas pessoas, foi ampliada para fora da casa, onde ganhou uma varanda coberta que virou uma pequena pensão de comida caseira e barata, bastante solicitada até pelos veranistas que iam à cidade nas férias, por conta das “mãos de fada” de Ana Nazaré.

Graças a esse progresso, a pequena Miriam pôde, finalmente, conhecer aquele lugar que só ouvira falar, como se fosse uma história de Contos de Fadas: a Escola. Mesmo cansada por trabalhar o dia inteiro, ajudando a mãe na pensão, a menina ia feliz da vida, maravilhada, e aprendia a magia contida nas figuras das letras e dos números.

Miriam e sua família eram íntimas das dificuldades, mas jamais reconheceram o sofrimento. Eram guerreiros sobreviventes e em suas veias corriam o sangue dos antigos Quilombolas e Tamoios, que se espalharam e se distribuíram geração após geração, resistindo à devastação causada pelos brancos, embora oficialmente tenham sido todos exterminados.

E Miriam era aquela linda mistura indefinível, de corpo firme e torneado, com os cabelos de cachinhos miúdos que balançavam sobre os ombros, e a pele naturalmente morena, enegrecida pelo mar e pelo sol.

Por não reconhecer o sofrimento, também não reconhecia a tristeza. Então seus olhos castanhos e seu sorriso muito branco eram sempre luminosos. E foram eles que acabaram por iluminar  aquele garoto da cidade grande, de feição fina, de pele negra mas pálida por se recusar ao sol.

Buscar conchas no mar era uma diversão para a menina praiana, que com elas fazia o seu artesanato. E foi voltando de uma colheita de conchas de vários formatos que percebeu que o carioca a enxergava pela primeira vez.

Ficou feliz, pois achava que ela era invisível para ele. 

Continua...

13 de dez. de 2013

Conto de Natal - Três Cantos - Parte 01

A partir de hoje e até o dia 25, postarei o conto natalino Três Cantos, dividido por capítulos, como um presente de Natal aos Leitores do PatriciaDo :)

Esse conto foi escrito em 2012 e publicado na antologia natalina feita em parceria com Jossi Borges, "Contos de Natais Inesquecíveis", que pode ser adquirido pelo Clube de Autores, em seu formato impresso, e pelo Amazon Kindle Store, em seu formato e-Pub.

Conheça a descoberta de um amor inocente e juvenil passado por uma das localidades mais bonitas do Estado Do Rio de Janeiro - Barra de São João, distrito costeiro de Casimiro de Abreu. E conheça Joshua, um rapazinho de classe média alta, criado na Zona Sul do Rio, e Mirian, uma mocinha praiana, nascida e criada na cidadezinha do Sul Fluminense.

TrÊs Cantos - Parte 1 – Joshua.

BARRA DE SÃO JOÃO É O PRINCIPAL distrito de Casimiro de Abreu, município litorâneo e rural do Rio de Janeiro, a cerca de 120 km da Capital do estado. O seu filho mais ilustre, o poeta romântico Casimiro de Abreu, emprestou o nome à pequena cidade localizada na região da baixada litorânea ao Norte Fluminense do  estado. Mas Casimiro não nasceu e cresceu em Casimiro... nasceu em Silva Jardim, que em sua época se chamava Capivary, e se criou em Barra de São João, sob as bênçãos de Oxum, Yemanjá e São João Batista – que poderíamos até chamar de Xangô.

Localizado entre o rio, mar e montanha, o pequeno distrito, ainda hoje, permanece com seu ar rústico e bucólico de cidadezinha litorânea, onde o tempo transcorre num ritmo lento e cadenciado, muito diferente das metrópoles. Outro ilustre personagem ligado a essa bela cidadezinha, de praças e ruas com nomes de Poemas, é o naturalista Charles Darwin, que navegou pelo caudaloso rio São  João numa expedição em 1832, que hoje faz do distrito parte do “Projeto Caminhos de Darwin”. Esse fato histórico de relevante importância jamais foi comentado nas escolas, por ser um fato tão obscuro que mais parece lenda daquele povo interiorano.

Essas coisas a mãe de Joshua, Maria Conceição, professora aposentada, sempre contava ao filho – com maior riqueza de detalhes culturais e históricos – na esperança de despertar nele o mínimo de satisfação por morar naquela cidadezinha tão graciosa e agradável. Mas, até então, seus pacientes esforços tinham sido em vão. Não que Joshua fosse um adolescente rebelde e aborrecido com a vida. Na verdade, ele era um garoto até muito gentil e educado. Mas tinha 14 anos e fora obrigado a ir morar naquela cidade parada e sem atrações para ele, há quase 1 ano.

Seus pais, Maria e José, que foram professores universitários federais por mais de 30 anos, finalmente conseguiram se aposentar, decidindo abandonar a cada vez mais caótica Rio de Janeiro. Caótica para eles, que já andavam na casa dos 60! Pensava rancoroso o jovem Joshua. Ele era o caçula temporão de 5 filhos. Quando Maria pensava que já estava às vésperas da menopausa e não seria mais necessário se “precaver”, eis que o pequeno príncipe Josh vem sem avisar, se instalando com mala e cuia no ventre que se acreditava já estar seco!

Entre o susto e as muitas preocupações, o bebê cresceu forte e saudável por nove meses, até que o mundo intrauterino se tornou pequeno demais para ele. É engraçado imaginar que, quando nasceu, o  Pequeno Príncipe Banto já tinha um sobrinho e uma sobrinha mais velhos que ele em 5 e 3 anos! Apesar do excesso de zelo que pais de meia-idade tendem a dar aos seus filhos temporões, Joshua cresceu feliz e muito bem amparado por um pai e uma mãe bastante experientes, que fizeram dele a ótima criança que ele sempre foi.

Porém, por mais bem educado, gentil e prestativo, é quase pedir demais que o adolescente criado a vida  toda em Botafogo aceitasse de bom grado viver num lugar que era mais quieto que a pracinha mais solitária de seu bairro natal!

Sim, convenhamos: era pedir demais!

Assim que a família chegou de mudança em Barra de São João, tudo parecia apenas mais umas férias de Verão, como tantas outras que ele já passou ali e nas cidades vizinhas, como Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras e Arraial do Cabo. “A ficha caiu” somente quando o ardor da mudança passou junto com o Verão e o Carnaval, e Joshua finalmente entendeu que não voltaria para seu apartamento na Praia de Botafogo, nem para o seu caríssimo colégio dirigido por padres, quando foi deixado pelo pai diante da entrada de um colégio particular em Macaé. Joshua estava no primeiro ano do Ensino Médio, numa escola que ficava a mais de 150 quilômetros da sua verdadeira casa!

Quando ele percebeu que a sua vida tinha mudado radicalmente, não havia um dia sequer que aquele bico de pato não aparecesse juntamente com um estalo de língua.

E justiça seja feita: Joshua até que se esforçava para se mostrar mais satisfeito e agradecido.

Entretanto, a modorra do lugar lhe dava nos nervos!

Porém, um dia tudo isso mudou como num passe de mágica! Foi quando Joshua avistou, saindo das bravas ondas do Praião de Barra, a “aparição” de uma “sereia negra”, de cachos miúdos e sorriso branco, com as mãos carregadas de conchas retorcidas.

Sim, desde esse fatídico dia, as coisas mudaram para Joshua e seu então costumeiro bico de pato não mais apareceu nem para beber refrigerante no canudinho. 

Continua...

Hoje - Dia de Santa Luzia

Hoje é Dia de Santa Luzia, protetoras dos olhos e invocada por aqueles que tem fé em seus milagres, que busca uma esperança para a cura de seus olhos ou cegueira, que bem podemos colocar isso de forma mais metafísica, e falar da pior cegueira do homem, que vem da alma.

Conta a lenda que Luzia era uma cristã caridosa, que vendeu todos os bens herdados do pai e os ofereceu aos pobre. Acusada pelo noivo, a quem ela não queria desposar, de ser uma seguidora de Cristo, foi martirizada e morta em 303. Arrancou os próprios olhos e os entregou ao carrasco, sendo essa sua prova de fé e confiança no Cristianismo.

Dante Alighieri a enalteceu em seu magnífica obra, a Divina Comédia, quando a citou como aquela que concede a graça iluminadora. Enaltecida por outros artista, sua devoção se perpetuou e chegou até os dias atuais, sendo hoje o seu dia consagrado às homenagens feitas por seus devotos!

Você pode ler mais sobre Santa Luzia, a Santa da Luz da Alma, no site da Canção Nova.

Oração à Santa Luzia

Ó Santa Luzia, que preferistes que vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de renegar a sua fé e conspurcar vossa alma; e Deus com um milagre extraordinário, vos devolveu dois olhos perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos.

Eu recorro a vós para que protejais minhas vistas e cureis a doença de meus olhos. Ó Santa Luzia conservai a luz dos meus olhos para que possa ver as belezas da criação o brilho do sol, o colorido das florestas e o sorrido das crianças.

Conservai também os olhos de minha alma, a fé , pela qual eu possa compreender seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá onde vós Santa Luzia, vos encontrais , em companhia dos Anjos e Santos.

Santa Luzia, protegei meus olhos e conservai minha fé.

Amem.

Santa Luzia na Umbanda

Ewá, orixá do rio Yewa, que fica na antiga tribo Egbado (atual cidade de Yewa) no estado de Ogun, na Nigéria. Orixá identificada no Jogo de Búzios  pelo odú obeogundá, rege as neblinas e nevoeiros na natureza. 

Oração a Ewá

“Senhora do céu rosado, senhora das tardes enigmáticas; senhora das nuvens carregadas, esteira do arco-íris.

Senhora das possibilidades das vantagens e dos caminhos do encantamento e da beleza, da alegria e da felicidade.

Senhora das brumas dissipe as nuvens dos meus caminhos; ó poderosa princesa!

Invoque as forças dos ventos a meu favor, que a chuva me cubra de prosperidade, que sua coroa cubra meu destino; ó princesa-mãe do oculto!

Que eu seja o seu filho perdido e bendito e em suas graças; que a névoa que existe hoje em meus passos seja límpida no amanhã!

Que assim seja!”


12 de dez. de 2013

Leitora & Tempo Paralelo


Esta é Sara, leitora do Projeto Mãos Amigas, que visa a arrecadação de livros doados para montar bibliotecas populares na cidade de Pratinha, em Minas Gerais, que não possui nenhuma biblioteca pública ou escolar!

Essa linda iniciativa e trabalho são feitos por Sandra Alvarenga.

Na foto, Sara mostra dois dos vários livros que já enviei, sendo um deles o Tempo Paralelo, o primeiro lançamento da Série Snake Stories, no final de 2012 :D

6 de dez. de 2013

Hoje - Dia de São Nicolau


São Nicolau de Mira (na Turquia) foi um Bispo que se impôs contra imperadores e defensor de sua fé cristã. Generoso, auxiliava a todos que podia, sendo, posteriormente, o inspirador para o mito do Papai Noel.

É Padroeiro da Grécia, da Noruega, da Rússia e dos estudantes, sendo cultuado tanto pela Igreja Católica Romana quanto pela Igreja Ortodoxa, em especial a da Rússia.

Viveu no Século IV e morreu em 6 de dezembro de 342 na Ásia Menor.

"Os justos atos mostraram ao teu rebanho a regra de fé, a imagem da mansidão e um mestre da renúncia. Portanto, conseguiste pela mansidão, a consideração; pela pobreza a riqueza, ó santo Nicolau, ora por nós a Cristo Deus, para que nossas almas sejam salvas."

Meus Livros nas Bibliotecas

Se tenho um sonho (e não simplesmente meta de necessidade a ser alcançada) é que os meus livros sejam lidos. E outro sonho é vê-los em bibliotecas, gratuitamente, para quem quiser pegar e ler.

Mas, como todos os sonhos, esses também são difíceis. O trabalho, então, que me propus a fazer, é de formiguinha, mas que espero conseguir realizar um montante!

Desde 2012 venho fazendo doações de alguns livros meus para algumas bibliotecas. Até agora foram muito poucos para poucas instituições, mas espero conseguir muito mais ao longo do tempo. A minha maior dificuldade nisso é a financeira, pois os livros impressos pelo Clube de Autores não saem baratos nem para os autores! E a falta de verba me impede de mandar imprimir em grande quantidade para poder doar às bibliotecas.

Portanto, o passo é de formiga, mas garanto que a vontade é de elefante!

Por isso, já se pode encontrar para empréstimo alguns livros (Tempo Paralelo, Asas Negras, Raptores 1, Raptores 2), que já está disponível em bibliotecas :)

Se você mora perto ou tem acesso fácil a uma dessas bibliotecas, convido para emprestar e conhecer os livros... e faça uma autora feliz :D
Sei que ainda é muito pouco, mas garanto que, ao longo do tempo, mais bibliotecas serão presenteadas com exemplares de Asas Negras (e os demais livros), para que fique fácil o acesso a leitura deles! Conforme eu for fazendo as doações, virei aqui para divulgá-las.

E se, por acaso, você ler algum deles... venha comentar as suas impressões! Isso é algo que deixa um autor muito feliz \o/
Bibliotecas:

Projeto Mãos Amigas
a/c Sandra Alvarenga
Pratinha - MG
Escola Municipal Amador Bueno
Praça DR RAPHAEL DE SOUZA, 270 - CENTRO
CEP: 18950000
IPAUSSU, São Paulo
Email: AMADORBUENO@CEDNET.COM.BR
Telefone: (14) 3344-1518
(Somente alunos, funcionários e professores da escola)
Popular Cruz e Souza
(Biblioteca de Bangu)
R. Silva Cardoso , 349 , Bangu, Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 3332-0675
Escola Municipal Julio Mastrodomenico 
RUA DOMINGOS FERNANDES, 240 - CENTRO
CEP: 18950000
IPAUSSU São Paulo
Email: E034009A@SEE.SP.GOV.BR
Telefone: (14) 33441551 
(Somente alunos, funcionários e professores da escola) 
 

4 de dez. de 2013

Série Snake Stories agora na Amazon Kindle Store

Agora todos os livros da Série Snake Stories podem ser adquiridos em formado digital kindle, pela Amazon.com, com preços entre R$ 6 e R$ 10 ;)

 
Para conhecer mais sobre cada livro, acesse o blog oficial, The Snake Stories, ou leia as resenhas aqui mesmo no PatriciaDo, que poderá encontrar as postagens através do marcador "resenhas", ou ainda poderá baixar os arquivos de degustação que estão na barra lateral do blog ;)

Hoje - Dia de Oyá, Yansã, Santa Bárbara!

Oyá!
Senhora do Tempo, Senhora dos Ventos
Vente em todas as Direções
Ensina-me a ser digna de Ti
Me impulsione com seus Ventos
Me livre das Tempestades
Me dê Tempo para vencer

Mãe Oyá,
Eu Te adoro e agradeço os Teus cuidados!
Êparrey, Oyá!
Hoje é comemorada a Orixá Yansã, na Umbanda, sincretizada com Santa Bárbara.
Yansã é a Senhora dos Ventos e do Tempo. Sua energia é a eólica e a ignea elétrica, presente nas correntes elétricas das tempestades. Encontra-se Yansã na folha do bambuzal que cai com o vento. É a Mãe decantadora dos maus espíritos, onde através da Justiça leva para campos onde sejam esgotados e preparados para novas chances de redenção.
É comum confundir Yansã com Oyá. Para uns, Yansã é a versão jovem de Oyá, mas estas duas Mães são diferentes Forças da Natureza, embora atuem em Campos iguais.
Oyá é minha Madrinha, mas não se rendem cultos a Ela na Umbanda, apenas em algumas Nações do Candomblé, por isso acabamos confundindo e misturando essas duas Yabás.
Yansã é Rainha, é Força Guerreira. Ela manda e seus súditos a obedecem.
Eparrêi, Oyá!
Salve, Mãe Yansã!
 
Oração à Santa Bárbara - 04 de Dezembro - Dia de Yansã

Santa Bárbara, que sois mais forte que as torres das fortalezas
e a violência dos furacões,
fazei que os raios não me atinjam,
os trovões não me assustem e o troar dos canhões
não me abale a coragem e a bravura.
Ficai sempre ao meu lado para que eu possa enfrentar de
fronte erguida e de rosto sereno todas as tempestades
e as batalhas de minha vida,
para que,vencedor de todas as lutas,
com a consciência do dever cumprido,
possa agradecer a vós, minha protetora,
e render graças a Deus, criador do céu, da terra, da natureza:
este Deus que tem poder de dominar o furor das tempestades
e abrandar a crueldade das guerras.
Santa Bárbara, rogai por nós!
 
Saiba mais nos links:
 
 

2 de dez. de 2013

Contos na Amazon Kindle Store

A Amazon Kindle Store veio mesmo para ficar, para facilitar a vida tanto de quem busca por livros mais baratos quanto para quem quer publicar os seus próprios, sem passar pelo empata-foda de avaliações pelas editoras ou gastar uma grana alta mandando imprimir.

Com toda essa facilidade, é uma bobagem não aproveitar. Claro que todo escritor ainda quer ter seus livros impressos e vendidos nas livrarias, mas isso é uma realidade para poucos. Para quem não consegue chegar a essa realização, há os meios alternativos de auto-publicação, seja impresso, seja, como é agora, em formato digital.

Aproveitando essa oportunidade, estou colocando meus livros a venda na Amazon, sendo que todos da Série Snake Stories (Tempo Paralelo, Caleidoscópio e Romances em Fragmentos) já estão disponíveis ao valor de R$ 9, R$ 10 e R$ 6, respectivamente! Barato? Pois, então, ficou ainda mais barato! Não satisfeita em apenas disponibilizar os livros, estou destrinchando a coletânea Romances em Fragmentos e publicando individualmente cada conto! Assim, cada um sai ao simbólico valor de R$ 1,99! Preço da China! Mas os textos são em português :P

Teatro Mágico, Solstício, Samhain e Redenção são 4 contos presentes na Romances em Fragmentos, apenas para citar aqueles que fazem parte da Série Snake Stories :)

Se quiser conhecer e, talvez, adquirir um ou todos, basta clicar aqui :)

E boa leitura em seu dispositivo móvel o/
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